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Acesso à internet nos países emergentes dobrará até 2015

14/09/2010

IDG! Now

Até lá, Brasil, Rússa, China, Índia e Indonésia terão 1,2 bilhão de usuários conectados. Número atual é de 610 milhões.

O número de pessoas com acesso à internet nos cinco principais países emergentes do mundo – Brasil, Rússa, China, Índia e Indonésia – dobrará até o ano de 2015. A informação vem de um estudo chamado “Internet New Billion”, realizado pela consultoria Boston Consulting Group (BCG) e que foi divulgado nesta quinta-feira (01/9).

Segundo a BCG, estes cinco países contam com 610 milhões de usuários de internet, número que deve chegar a 1,2 bilhão até 2015, com taxas de crescimento anuais que variarão entre 9 e 20 por cento. Brasil, Rússa, China, Índia e Indonésia – indicados pela consultoria pela sigla BRICI – são responsáveis por 45 por cento da população mundial e 15 por cento do produto interno bruto (PIB) global.

O estudo indica que nestas nações, o computador doméstico não é o meio mais importante para ficar online, ao contrário do que acontece nos EUA e em outros países onde os PCs são usados para se conectar à Internet.  “Nos países do BRICI, os computadores pessoais são usados com muito menos frequencia do que os dispositivos móveis, sendo que estes últimos, juntamente com as lan houses, são os principais catalisadores do consumo digital”, disse o relatório.

Os celulares são ferramentas mais baratas e mais convenientes para comunicação e entretenimento. Os países do Brici já têm 1,8 bilhão de linhas de telefonia ativas, mais de quatro vezes a quantidade somada dos EUA e do Japão. De fato, à medida que aparelhos cada vez mais sofisticados ficam disponíveis nos mercados do Brici, milhões de consumidores digitais deixam o PC de lado e ficam on-line via celulares, uma tendência com significativas implicações em seus hábitos de uso da internet.

Ainda segundo o documento, os custos de acesso à internet móvel vão diminuir, e as operadoras ainda tendem a ampliar o alcance de suas redes. Com isso, o número de pessoas acessando a web vai aumentar consideravelmente.

Hábitos diferentes

Os hábitos mostrados nos países desse grupo são diferentes sobremaneira daqueles dos mercados desenvolvidos. Por exemplo, a comunicação instantânea é muito mais popular, assim como a música e os games. Há também grandes variações entre os países que compõem o BRICI. As redes sociais são mais populares na Indonésia e no Brasil que nos demais países do grupo, ou até mesmo que em mercados desenvolvidos. E, enquanto uma altíssima porcentagem dos consumidores digitais indianos usa e-mail, os internautas chineses preferem os comunicadores instantâneos.

 Faixa etária faz a diferença

Além disso, os internautas do BRICI são essencialmente jovens: mais de 60% dos consumidores digitais estão na faixa abaixo de 35 anos. Isso significa que, embora os hábitos online dos consumidores deste grupo ainda estejam em formação, os padrões de comportamento terão amplas implicações na atividade futura. Conforme recebam salários cada vez mais altos e tenham necessidades on-line cada vez mais complexas, as empresas de comunicação digital poderão vislumbrar oportunidades colossais de capitalizar em serviços e produtos, desde que consigam acompanhar os passos da mudança nos mercados digitais destes países.

China lidera

Além de examinar as tendências gerais nesses países, o relatório detalha os padrões de uso digital e seus estágios de desenvolvimento de mercado em cada nação. Em geral, embora haja semelhança nos segmentos de usuários, os mercados digitais do Brasil e da Rússia são mais avançados que os da Índia e da Indonésia. Enquanto isso, a China está muito à frente dos demais mercados avaliados. Lá, o uso da internet e de telefones móveis está fortemente arraigado nas vidas de centenas de milhões de chineses. 

Além disso, embora o uso da internet vá crescer em todos os cinco países do BRICI, a China continuará a ser a nação com maior uso da Web, de acordo com o BCG. Atualmente, os usuários chineses ficam, em média, 2,7 horas online por dia, tempo que deve subir para 3,1 horas até 2015.

Para efeito de comparação, os internautas russos gastam 1,7 horas na Internet por dia, em média. Já usuários de Portugal, Brasil e Indonésia ficam, em média, 0,5 horas, 0,9 horas e 1,1 horas conectados, respectivamente.

Consumo de conteúdos digitais

A pesquisa da BCG afirma ainda que a elevada taxa de crescimento projetada para o acesso à internet e o consumo de conteúdo digital nesses países, indica que as empresas que operam neste setor devem para fazer planos para entrar nestes mercados o mais rápido possível.

Entretanto, o perigo do deslumbre com o ritmo da adoção digital nos países do BRICI é que se pode facilmente negligenciar o fato de que a revolução digital nesses mercados ainda está em curso. O aspecto crucial no desenvolvimento dos mercados deste bloco é a diversidade e o porte das empresas que suprem essas necessidades digitais, como pode ser observado nos sites chineses Tencent.com ou Alibaba.com.

“As oportunidades comerciais nesses mercados estão evoluindo rapidamente”, diz a coautora do relatório, Yvonne Zhou, diretora do escritório do BCG em Pequim. “A presença de competidores locais fortes nesses mercados significa que os líderes digitais ‘estabelecidos’ dos EUA e da Europa não devem dar como certo o sucesso nos Bricis.”

Da forma como esses países têm evoluído rapidamente, as empresas que estudam estratégias para entrar nessas regiões terão de agir logo, ou se arriscarão a perder a oportunidade de se conectar aos consumidores agora e crescer com eles ao longo das próximas décadas.

(com informações do IDG Now! Brasil)

(Sumner Lemon)




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